Durante anos, a performance era quase sinônimo de mais treino, mais carga e mais volume. Essa lógica de que “quanto mais você faz, melhor você fica”, está mudando daqui para frente, garantindo energia e frequência, perfeitos para sua melhor versão, evitando lesões irreparáveis. É neste contexto que os sócios e empresários Daltro Junior, Luiz Galvão e Roberto Meirelles estão apostando na chegada do espaço Pulsse Recovery – um novo estilo de Recovery esportivo para a capital baiana – prevista para inaugurar neste mês de maio, no endereço da Rua Waldemar Falcão, no Horto Florestal.
A Pulsse se concretizou não apenas de um projeto estudado, mas, sim, de um exemplo real, dentro de casa, com a filha de Luiz Galvão, Rafa Uzeda, 14 anos, que compete Beach Tennis/categoria profissional, e que, por sua vez, acompanhou a dificuldade de encontrar uma estrutura de recuperação adequada à necessidade dela, desde antes de competir. “Foi ali que entendi que existia uma lacuna enorme para atletas amadores e praticantes que levam o esporte a sério. A Pulsse vem para preencher exatamente esse espaço”, afirma Galvão.
Recupeção é, principalmente, potencializar o desempenho
“Recovery não é só recuperar. É potencializar a performance. Hoje a ciência mostra que o ganho real não acontece no treino, e sim na capacidade de recuperação”, afirma Roberto Meirelles. Na prática esta recuperação precisa ser mais que aparelhos modernos, porque de acordo com os proprietários é necessário existir um ecossistema de abordagem integralista e participativa do praticante, não uma técnica isolada. O fisico, metabólico, sistema nervoso e a estratégia integrada devem estar integradas. “Nosso corpo só entra em recuperação real quando o sistema nervoso permite. É ele quem manda no jogo. Não é o músculo que ‘quebra’ primeiro, é o sistema nervoso que satura”, complementa Daltro Junior.
A nova performance está em saber alternar. Daltro Junior, por sua vez, reconhece também que é importante treinar o sistema nervoso para essa alternação e recuperação.
“Costumo brincar que nosso corpo é tipo um iPhone… o problema é que a maioria vive com 100 abas abertas e 2% de bateria. Quer ativar? Estresse controlado. Quer recuperar? Desacelera de verdade. O problema não é treinar forte. É não saber desligar depois “, finaliza.
Foto (empresários e sócios Roberto Meirelles e Daltro Junior): Attitude Assessoria
