farmacêutica

Conheça história de pai e filha que trabalham juntos em farmacêutica

Há quem herde os olhos do pai, o jeito de rir, o sobrenome. Luane Santos Cerqueira herdou uma rotina inteira: aprendeu de cor os processos de uma fábrica farmacêutica anos antes de pisar nela pela primeira vez, só de ouvir o pai, Antônio Cerqueira Santos, contar como tinha sido o turno da noite.

Corria o ano de 2007 quando Antônio ingressou na companhia, cuja fábrica fica em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo baiano. Trabalhava no turno da noite, na linha de produção de líquidos, e cumpria uma rotina que exigia disciplina: saía do plantão de madrugada, passava em casa para levar Luane, ainda com cinco anos, à escola, dormia poucas horas e voltava para buscá-la ao fim das aulas. Repetia o ciclo todos os dias não por obrigação, mas por escolha. “Todo o esforço dele foi para a minha educação. Sempre estudei em escola particular, mesmo meus pais sendo muito humildes. Hoje vivo a vida que sempre sonhei, porque um dia eu fui o sonho do meu pai”, lembra Luane.

Trajetória

Enquanto a menina crescia ouvindo sobre processos, responsabilidade e rotina fabril, Antônio seguia evoluindo dentro da própria Natulab. Dessa forma, assumindo setores de maior complexidade até se tornar Manipulador III na manipulação de líquidos. “Quando eu era criança, meu pai contava a rotina do trabalho dele, como era importante respeitar os processos, e eu ficava imaginando tudo aquilo. Quando entrei na Natulab, como estagiária, foi emocionante ver de perto tudo que eu já conhecia desde a infância”, conta Luane, hoje pós-graduada em P&D Analítico e Controle de Qualidade na Indústria Farmacêutica.

O intervalo entre a chegada de Antônio, em 2007, e a estreia de Luane, em 2023, também é o intervalo em que a Natulab deixou de ser uma indústria regional para se firmar entre as maiores farmacêuticas do país. Uma transformação que, na visão de Antônio, caminhou lado a lado com as pessoas. “Houve uma evolução da empresa porque houve uma evolução das pessoas aqui dentro, cada vez mais comprometidas e orgulhosas. Sempre disse à minha filha que o importante é a gente querer crescer e para isso é fundamental estar em um lugar que te ajude a evoluir”.

Convivência

Luane levou o ensinamento a sério. Entrou como estagiária, foi efetivada como assistente, tornou-se analista júnior e hoje ocupa a posição de Analista de Controle de Qualidade Físico-Químico Pleno. O setor é responsável por assegurar um dos valores mais caros à Natulab: a qualidade de cada produto que leva o nome da empresa.

Neste Dia dos Pais, Luane resume em uma frase o que os dezenove anos de convivência com a rotina do pai deixaram de lição. “Ele sempre foi o meu alicerce, minha base. Todo mundo que nos conhece fala que gostaria de ter uma relação pai e filha como a nossa, de amizade e companheirismo”. Uma trajetória que, antes de ser sobre cargos e crescimento profissional, é sobre uma família inteira que encontrou na Natulab o cenário para reescrever sua própria história.

Foto: MKT/Natulab